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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

APOIO TARDIO

Desde a campanha eleitoral de 2014, o governador Flávio Dino (PCdoB) – ainda como candidato – decidiu “respeitar” os aliados e não fazer campanha para a presidente Dilma Rousseff (PT). As eleições passaram e Dino assumiu o comando do Maranhão em janeiro deste ano.
Após a posse, o governador deixou passar os meses de janeiro, fevereiro, março e abril para finalmente se manifestar nas redes sociais – local em que ele se debruça boa parte do dia – para defender o mandato da petista. Essa manifestação ocorreu após a presidente recebê-lo no Palácio do Planalto.
Meses depois, a presidente define uma agenda positiva no Nordeste e começa pelo Maranhão. O que fez o governador do estado? Tomou para si uma defesa tardia do mandato da presidente.
E pior: colocou-se como um dos mais importantes apoiadores da presidente em nível nacional mesmo não conseguindo reunir seus aliados da bancada maranhense no Senado e na Câmara Federal para acompanhar a visita de Dilma ao estado.
E não param por aí os surtos de ego inflado do governador maranhense. Depois de saber da reunião do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com líderes do PMDB, entre eles o ex-senador José Sarney, acionou a mídia alinhada a ele para divulgar que Sarney articula contra a presidente.
Mas como pode isso se o ex-senador é conhecido em Brasília como um dos que mais trabalham em prol da manutenção da aliança entre o PMDB e o PT?
O que Dino e sua turma não conseguem engolir é que o ex-senador Sarney tem influência na política nacional e as negociações do maior partido do Brasil passam por ele. Além do que, Sarney é o peemedebista sempre procurado pelo ex-presidente Lula para sanar crises entre PMDB e PT. Fato.
Coluna Estado Maior 

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